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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

PROMOÇÃO DE LEITES NA SOS ALERGIA - OUT/2011

A SOS Alergia acaba de colocar vários leites em promoção. Aproveite! 
Visite o site www.sosalergia.com.br

Bebida de arroz com cálcio: de R$ 13,90 por R$ 11,90

Bebida de aveia com cálcio: de R$ 13,90 por R$ 11,90


Caixa de Suprasoy Sem Lactose (12 unidades): de R$ 214,80 por R$ 170,00 (cada lata sai R$ 14,16)

Isomil Advance - Fase 1: de R$ 34,90 por R$ 29,50


Soymilke Natural: de R$ 15,90 por R$ 13,90

Soymilke Ômega (sem açúcar): R$ 15,90 por R$ 13,90

 
Promoções válidas até 31/10/2011 ou enquanto durarem os estoques.

sábado, 1 de outubro de 2011

Matéria sobre alergia alimentar na Folha Universal - Edição 1.016 - 25/09/2011 a 01/10/2011

 “Eu tenho alergia a comida”

Cerca de 8% dos brasileiros têm alergia a algum alimento. Especialistas falam dos sintomas e mostram que os vilões estão mais perto do que imaginamos
Raquel Maldonado
raquel.maldonado@folhauniversal.com.br



Tomar um copo de leite com um pedaço de pão com manteiga pela manhã faz parte da rotina de muitos brasileiros. Já para quem sofre de alergia alimentar, isso pode significar uma ameaça perigosa. Este é o caso da empresária Sandra Matunoshita, de 33 anos, que descobriu, já adulta, que era alérgica a leite de vaca. “Sempre sofri muito com crises respiratórias. Usava bombinhas para tratar a bronquite asmática, spray nasal para desentupir o nariz, por causa da rinite, e pomadas com corticóide para suavizar as alergias de pele. Aos 24 anos, descobri que o leite era o culpado”, relembra Sandra, que parou de consumir o alimento e viu as crises diárias desaparecerem. 

Estima-se que 8% dos brasileiros sejam alérgicos a algum tipo de alimento. De acordo com um estudo norte-americano, o leite de vaca, o ovo, a soja, o amendoim, as nozes, o trigo, os peixes e os mariscos são os responsáveis por 90% dos casos de hipersensibilidade alimentar. “A alergia é resultado de algum problema no reconhecimento do alimento pelo nosso organismo. É uma resposta imunológica instantânea”, explica Ariana Yang, responsável pelo ambulatório de alergia alimentar do Hospital das Clínicas de São Paulo e diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai). Ainda segundo a especialista, o tratamento básico é a restrição total do que nos agride. “O alérgico precisa estar sempre atento para não ter qualquer contato com o alimento em questão”, resume.



As crianças são as mais afetadas por ainda terem o organismo bem frágil.  Entretanto, em cerca de 80% dos casos a doença desaparece até os 5 anos de idade, quando o sistema imunológico dos pequenos torna-se mais forte e reconhece melhor os alimentos. Segundo estudos, o leite materno é capaz de prevenir alergias na infância.

Sandra conta que às vezes consome alguns derivados do leite, mesmo sofrendo com os sintomas. ”Por descobrir tardiamente, aprendi a conviver com as dores. Quando como fora, até consumo alimentos que têm leite em sua composição para facilitar, mas sei que isso é errado, já que quando fico livre do leite e dos derivados percebo uma melhora assustadora na minha qualidade de vida”, admite ela, que, diante da falta de opções, decidiu abrir uma empresa especializada em produtos para alérgicos.

Apesar de todos os sintomas descritos pela empresária, o caso dela é considerado brando quando comparado ao da norte-americana Sloane Miller, que tem alergia severa a nozes, castanhas e salmão, além de reagir mal também a berinjela, melão, capim-limão e algumas frutas tropicais. Em uma ocasião, ela passou muito mal depois de beijar o namorado que tinha comido castanha-de-caju horas antes de encontrá-la. “Ele me beijou e eu comecei a sentir muita coceira e dificuldade para respirar. Fiquei com o rosto inchado e cheio de bolinhas vermelhas. Ele se sentiu culpado e me contou que como não sabia que íamos sair naquela noite, tinha comido um saquinho de castanha-de-caju. Meu médico confirmou que resíduos de castanha na barba dele eram a provável causa da minha crise”, relembra a autora do livro Allergic Girl: Adventures In Living Well With Food Allergies (“Garota alérgica: as aventuras de viver bem com alergias alimentares”, em português).

Para os especialistas, nos casos mais graves, como o de Sloane, a pessoa não pode ter nenhum contato com a substância, e esse controle precisa ser muito rigoroso, pois o risco de morte é alto. “Nos casos mais graves, o paciente precisa levar sempre consigo uma seringa autoinjetável com adrenalina, que deve ser aplicada após o contato acidental com a substância”, afirma a alergista Ariana. A médica conta ainda que uma de suas pacientes passou em frente a uma lanchonete, onde estavam fritando um ovo. Ela passou muito mal, e ficou com falta de ar. “O organismo dela não suportava nem mesmo ter contato com a proteína que ficava no ar. Para ela, respirar era o mesmo que comer o ovo”, diz a especialista.


Sloane, hoje uma especialista no assunto, também mantém um blog desde 2006, onde divide sua experiência e tudo o que aprendeu sobre viver bem mesmo com alergias. “Dou dicas de como sobreviver a jantares, viagens e namoros”, brinca. “O retorno tem sido incrível, por isso tratei de escrever o livro. Os alérgicos precisam de muita informação. Se você tem alergias alimentares, entender suas necessidades e construir relações de apoio é muito importante para viver uma vida segura e feliz”, completa a escritora alérgica.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos alérgicos é decifrar os rótulos dos alimentos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária exige que os fabricantes coloquem nas embalagens todos os ingredientes, mas alguns alimentos podem aparecer com outros nomes, o que dificulta a identificação. O leite, por exemplo, pode estar no rótulo como caseína, e o ovo 
como albumina.

Segundo os médicos, o número de pessoas com alergias alimentares cresce no mundo. “Não há uma só causa. Diversos motivos estão envolvidos, como mudanças no nosso padrão alimentar e nos estímulos imunológicos do nosso organismo, e a alteração na acidez do estômago, por conta do uso rotineiro de medicamentos para tratar doenças gastrointestinais”, diz Ariana.

Os pacientes com alergias extremas começaram recentemente a receber um tratamento conhecido como dessensibilização, que promete tornar o alérgico tolerante a determinado alimento. “O tratamento consiste em oferecer a substância que causa alergia em  quantidade bem pequena, de forma repetida e progressiva, como se estivesse ensinando o organismo a reconhecer aquele alimento”, diz Ariana. Hoje, o procedimento pode ser feito com leite, trigo, soja e ovo. Apesar dos bons resultados, ela não fala em cura. “Os pacientes que passam por esse tratamento estão com a doença controlada e sem risco de reações graves, desde que mantenham o consumo da substância diariamente. Se pararem, não sabemos ainda o que pode ocorrer”, alerta .

sábado, 24 de julho de 2010

Bebidas especiais: arroz, aveia, kamut, quinua e outras.

Geralmente, quando a criança que recebe fórmulas especiais como o Neocate, Alfaré e Pregomin faz dois anos, a ajuda por parte do governo é encerrada. Na maior parte dos casos, os órgãos governamentais simplesmente param de fornecer as fórmulas com a alegação de que as crianças nesta fase não precisam mais tomar leite.
Esta alegação, na realidade, não está totalmente errada, afinal a única espécie mamífera que continua tomando leite (e de outra espécie) quando adulto é o ser humano.
O cálcio contido no leite pode ser adquirido em outras fontes alimentícias como o brócolis, a couve manteiga, o quiabo, o feijão branco, o gergelim, a alga, ...
É preciso criar bons hábitos alimentares desde que a criança ainda é um bebezinho. As crianças alérgicas, em especial, devem se alimentar muito bem com alimentos contendo carboidratos (e fibras), gordura, proteínas, vitaminas e sais minerais. A alimentação precisa ser bem balanceada. Elas precisam aprender a apreciar os alimentos, seus aromas, sabores, texturas e cores. No final deste artigo, você poderá observar a Nova Pirâmide Alimentar Brasileira.
Contudo, apesar do leite não ser mais "essencial" para a "maioria" das crianças (vale lembrar que algumas crianças com múltipla alergia alimentar só aceitam as fórmulas especiais como fonte alimentar), as mamadeiras de leite, principalmente de manhã e de noite, exercem o poder de acalmar as crianças, conferindo a sensação de segurança e de se sentir amado. Podemos  afirmar que o leite para as crianças acima de 2 anos (e por que não para nós adultos também?) tem mais função psicológica do que essencialmente nutricional.
Então, como amenizar o sofrimento das crianças com múltipla alergia alimentar, aquelas que não podem consumir nem mesmo a soja?
Uma das soluções que encontramos aqui na SOS Alergia foi introduzir em nosso mix de produtos as bebidas especiais, importadas da Itália.
As bebidas de arroz com cálcio (cuidado, pois existe o "leite" de arroz sem cálcio) são as que melhor atendem a todos os públicos de alérgicos . O cálcio é obtido através de algas. Porém, vale lembrar que todas as bebidas especiais não são enriquecidas com vitaminas e sais minerais. É preciso buscar esses nutrientes em outras fontes.
Com respeito as bebidas de arroz, existe a opção dela com cacau, inclusive em caixinhas de 200 ml (aquelas com canudinho). Também existem as bebidas de arroz de 750 ml nas opções: arroz, quinua e cacau, e arroz e coco.
Outra opção é a bebida de aveia. Ela não possui cálcio e contem glúten, mas tem tido uma ótima aceitação por parte das crianças que possuem problemas intestinas (prisão de ventre). Também existe a versão de 200 ml. A versão de 1 litro não contém cálcio e a de 200 ml possui.
Existem outras versões de bebidas, mas deve-se escolher a que melhor atenderá a sua necessidade, pois existem bebidas, por exemplo, que contém amendoas e algumas pessoas são alérgicas.
Todas as bebidas são orgânicas e possuem sabor e odor bem mais agradáveis que as fórmulas elementares e semi-elementares.  Contudo, para aqueles que possuem condições financeiras para adquirir as fórmulas, elas são mais aconselháveis, pois são muito mais nutritivas. Mas, atualmente, quem tem condições de gastar R$ 180,00 ou R$ 480,00 numa lata de leite?
Eu sou mãe e sei que além do leite, gastamos com fraldas, alimentos em geral, medicamentos, creches e escolinhas, ... sem falar no aluguel, na conta de luz, de água e etc.
Ser mãe e pai é algo de grande responsabilidade!
Precisamos ser muito sábios para prepararmos nossos filhos para serem bons homens e mulheres, pessoas que cooperarão para tornar nossa sociedade melhor.
Um ponto importante nessa caminhada é a alimentação. Ela é fonte de energia para que nossos filhos possam se desenvolver melhor intelectual e fisicamente.
Fica aqui meu grande abraço...
Sandra Matunoshita